✧Quão amáveis são os teus tabernáculos, Ó Jeová dos Exércitos! ✧2A minha alma suspira e desfalece pelos átrios de Jeová; o meu coração e a minha carne clamam ao Deus vivo. ✧3Até o passarinho acha casa, e a andorinha, um ninho para si, onde ponha os seus filhinhos, a saber, os teus altares, Jeová dos Exércitos, Rei meu e Deus meu. ✧4Felizes são os que habitam na tua casa; para sempre hão de te louvar. ✧5Felizes são os homens cuja força está em ti, em cujos corações há as estradas para Sião. ✧6Passando pelo vale de Baca, fazem dele um lugar de fontes; de bênçãos o cobre a primeira chuva. ✧7Aumentam de força na viagem, cada um deles aparece diante de Deus, em Sião. ✧8Ouve, Jeová, Deus dos Exércitos, a minha oração; inclina os teus ouvidos, ó Deus de Jacó. (Selá) ✧9Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido. ✧10Pois vale mais um dia em teus átrios do que mil. Eu, antes, quisera estar no limiar da Casa do meu Deus do que morar nas tendas da perversidade. ✧11Porquanto Deus Jeová é sol e escudo. Jeová dará graça e glória; jamais negará bem algum aos que andam retamente. ✧12Ó Jeová dos Exércitos, feliz é o homem que em ti confia.
Tradução Brasileira (TB). Domínio público (edição de 1917/2010).