✧Ouve, ó Deus, a minha voz na minha queixa; preserva do terror do inimigo a minha vida. ✧2Esconde-me da assembleia secreta dos malfeitores, do ajuntamento dos que obram a iniquidade, ✧3os quais afiam, como espada, a sua língua e apontam as suas setas — palavras amargas, ✧4para em lugares ocultos dispararem sobre o íntegro. De repente, atiram contra ele e não temem. ✧5Firmam-se num mau propósito; falam em armar laços secretamente; dizem: Quem nos verá? ✧6Planejam iniquidades. Concluímos, dizem eles, um plano bem traçado; o pensamento e o coração de cada um deles é um abismo. ✧7Mas Deus atirará contra eles uma seta; de repente, ficarão feridos. ✧8Assim, serão levados a tropeçar, tendo contra si a sua própria língua. Menearão a cabeça todos os que neles puserem os olhos. ✧9Todos os homens temerão, declararão a obra de Deus e entenderão os feitos dele. ✧10Alegrar-se-á o justo em Jeová e nele se refugiará; e se gloriarão todos os de reto coração.
Tradução Brasileira (TB). Domínio público (edição de 1917/2010).