✧1SENHOR, a ti clamo, dá-te pressa em me acudir; inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco. ✧2Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina. ✧3Põe guarda, SENHOR, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. ✧4Não permitas que meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de homens que são malfeitores; e não coma eu das suas iguarias. ✧5Fira-me o justo, será isso mercê; repreenda-me, será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade. ✧6Os seus juízes serão precipitados penha abaixo, mas ouvirão as minhas palavras, que são agradáveis, ✧7ainda que sejam espalhados os meus ossos à boca da sepultura, quando se lavra e sulca a terra. ✧