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Junto aos rios de Babilônia, ali, nos assentamos, nos pusemos a chorar, ao recordarmo-nos de Sião.
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Nos salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas,
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pois ali os que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos atormentadores exigiam de nós alegria, dizendo: Cantai-nos das canções de Sião.
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Como cantaremos a canção de Jeová em terra de estrangeiros?
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Se eu me esquecer de ti, Jerusalém, esqueça-se a minha mão direita da sua destreza.
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Apegue-se-me a língua ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria.
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Lembra-te, Jeová, dos filhos de Edom, do dia de Jerusalém. Eles disseram: Arrasai-a, arrasai-a, até os seus alicerces.
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Ó filha de Babilônia, que hás de ser destruída, feliz será aquele que te retribuir conforme nos fizeste a nós!
9
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Feliz será aquele que agarrar e esmagar os teus pequeninos contra uma penha!
TB: Domínio público (edição de 1917/2010).